22. Princípios de Dedicação

Concluimos êste estudo bíblico com a revisão de alguns princípios básicos  para uma vida espiritual bem sucedida, com o fim de imprimir estas grandes verdades das Escrituras nos corações dos diligentes seguidores de Jesus Cristo.

Confissão dos pecados

Estamos a viver numa época em que se dá pouquíssima atenção ao maior problema da humanidde caída, que é o pecado. Apresenta-se muitas vezes o argumento que, uma vez que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, todos os pecados estão automàticamente perdoados. Cristo de facto pagou a penalidade pelos pecados cometidos por toda a gente (Isaías 53:5; Efésios 1:7; 1 Pedro 2:24), mas tais pecados têm de ser confessados antes de poderem ser perdoados (1 João 1:9). A confissão de pecados  implica implicitamente o abandono dos actos pecadores (Provérbios 28:13) com os quais contrariamos a lei de amor, de Deus (Mateus 22:37-39; Romanos 13:8-10).

Os Cristãos podem aínda pecar, (1 Coríntios 10:12; Tiago 3:2; 1 João 1:8) e, quando o  fazem, Satanás está pronto a acusá-los perante o trono de Deus (Apocalipse12:10). No entanto, se imediatamente confessarem e abandonarem êsses pecados, o seu Advogado Jesus Cristo, que perdoa todos os pecados confessados por motivo da Sua morte substituinte na cruz, refuta as acusações, porque o preço foi pago e o relacionamento do Cristão com Deus foi assim completamente restaurado (1 João 2:1-2).

Nós devemos ser muito sensíveis ao pecado e dar ouvido à voz do Espírito Santo quando Êle nos convence de que pecámos (João 16:7-8). Se pecarmos voluntàriamente e resistirmos aos avisos do Espírito Santo, vamos ofendê-LO (Efésios 4:25-32). Quando virmos que outros Cristãos cederam às tentações e assim ofenderam o Espírito Santo, devemos admoestá-los com muita simpatia mas de maneira directa (Galatas 6:1; Hebreus 3:13) para que não retrocedam aínda mais espiritualmente e não sejam vitimados pelo pecado (Hebreus 12:14-15). Deve-se reconhecer imediatamente o pecado, confessá-lo e abandoná-lo (Salmo 32-5; Colossenses 3:8-9; Hebreus 12:1,4). Se de facto amamos o Senhor, somos levados a odiar o pecado (Salmo 97:10; Provérbios 8:13).

Andrew Murray (em Vivendo a nova vida) diz: “O conselho, quanto ao pecado, é levá-lo diàriamente Àquele que o pode tirar, o Próprio Deus.” Devemos aprender, que um  dos maiores previlégios de um filho de Deus é a confissão do pecado. Através da confissão, uma pessoa deve entregar o seu pecado a Deus, colocá-lo a Seus pés e obter o Seu perdão para êle. Devemos atirá-lo para dentro do fôrno escaldante do santo amor de Deus, que arde contra o pecado como fôgo. Deus, sim, o Próprio Deus e apenas Êle perdoa o pecado. O Cristão nem sempre compreende isto. Êle tem a tendência atávica para esconder o pecado, tentar minorá-lo, ou arrancá-lo apenas quando se deseja aproximar de Deus. Êle tenta esconder o pecado com o fruto das obras que já fez ou aínda tenciona fazer. Jóvem Cristão: Se desejas gozar a paz de um perdão completo e de uma lavagem divina do pecado, procura usar correctamente a confissão do teu pecado. Na verdadeira confissão do pecado tens um dos mais abençoados previlégios  que um filho de Deus pode ter, e uma das raizes mais profundas de uma poderosa vida espiritual.

Que a confissão seja exacta – A contínua e incerta confissão do pecado é mais prejudicial que benéfica. Começa com um pecado. Convence-te que êsse pecado está, através da confissão, colocado nas mãos de Deus. Deus, em Jesus Cristo, liberta-nos do pecado. Has-de de notar, que em confissões dêste género existem bênção e poder.

Que a confissão seja recta – Entrega o acto pecaminoso ao abandono. A confissão implica renúncia, abandono do pecado. Entrega o pecado a Deus, que to perdoa e te limpa dêle. Não o confesses, se não  estiveres preparado ou do coração não desejares livrar-te dêle. A confissão apenas tem valor, se significar entrega do pecado a Deus”.  

Nos seus comentários finais, Andrew Murray afirma, que os maiores obstáculos no caminho da confissão de pecados são (a) ignorância do pecado, (b) mêdo  de ir com o pecado à frente do Pai Santo, (c) o esfôrço de ir a Deus com algo bom e (d) não acreditar no poder do sangue de Jesus e na riqueza da Sua graça. Êle friza também o facto que os pecados devem ser confessados imediatmente, sem desejarmos primeiro minorar a sua intensidade. Nós devemos aproximar-nos de Deus em completa inocência. Também se pergunta se devemos confessar os nossos pecados à frente de outras pessoas. É indispensável que assim se proceda, se os nossos pecados tiverem sido cometidos contra elas (Tiago 5:16).

Àqueles que confessarem os seus pecados e puzerem a sua confiança na obra redentora de Jesus, é prometido completo e imediato perdão (1 João 1:9). Êle destrói as obras do diabo nas nossas vidas (1 João 3:8). Graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória sôbre o pecado através de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Coríntios 15:57).

Sincera dedicação a Cristo

Helena Garratt em (A corda tripla) disse o seguinte sôbre a nossa dedicação a Cristo: “Um é o vosso Mestre, o próprio Cristo” (Mateus 23:8 KJV). Há tantos Cristãos que tentam agradar ao mundo, à igreja, agradar a si mesmos e apenas tentam agradar a Jesus um bocadinho. Abandonai todos os outros mestres e agarrai-vos a Cristo. A vida torna-se maravilhosamente simples, quando a gente tem apenas uma Pessoa a quem agradar. O Senhor Jesus disse: “Vinde a Mim… aprendei de Mim” (Mateus 11:28-29). Nós não podemos aprender de Jesus, longe de Jesus. Segui-O e aprendei d’ Êle através da Sua Palavra (João 5:39) e através do Seu Espírito Santo (João 16:13-14). Esta é uma idade de aprendizagem. Se uma  pessoa não tem conhecimentos não é bem vista. Para se ser bem visto neste mundo, temos de aprender ciências, línguas, artes e várias profissões, pois hoje em dia todos os tipos de conhecimento são apreciados menos conhecer Cristo! À volta de todos nós podemos ver  aqueles que são considerados bem educados, mas nunca estiveram na  escola de Deus. No entanto, êste é o único conhecimento a que Deus dá prémio: “Que aquele que se gaba se gabe disto: que êle Me compreende e Me conhece, que Eu  sou o Senhor” (Jeremias 9:24).

É apenas quando estamos perto de Cristo, que a grandeza do amor excede o amor pela grandeza. Nós devemos desviar os nossos olhos de tudo o mais  e olharmos para Cristo (Hebreus 12:1-2). Êle deve ser o centro das nossas vidas e de todas as nossas actividades – também na igreja. A questão mais importante não é quanto trabalho estamos a fazer, mas sim quanto o Senhor Jesus está a fazer através de nós. “O fôgo há-de verificar as obras de cada homem” (1 Coríntios 3:13). Apenas as obras feitas por Jesus através de nós vão poder fazer face à prova do fôgo, em frente ao Seu trono de julgamento. Estejamos cheios do amor de Cristo.

A cruz de Jesus

“Cristo morreu pelos nossos pecados” (1 Coríntios 15:3). “A minha teologia agora”, disse C.H. Spurgeon a um amigo à hora da morte, “consta de quatro curtas palavras: Jesus morreu por mim.” Se desejarmos ser verdadeiros seguidores de Cristo, devemos regozijar-nos sempre no Cristo crucificado, identificando-nos intimamente com a Sua morte na cruz (Mateus 16:24; 1 Coríntios 2:2).  O reverendo P.Jones disse: “Quanto mais nos afastamos da cruz, menos paixão temos pelas nossas almas – quer nos afastemos em doutrina ou na prática.” E Charles Finney disse: “Onde começa o desprezo da cruz, terminna a verdadeira religião.”

A cruz é um instrumento de morte – o nosso velho  homem tem de morrer para nos tornarmos conforme a morte de Cristo na cruz (Romanos 6:1-6). Nós devemos morrer para o egoísmo e para o mundo (Galatas 6:14). A cruz também nos torna possível  praticar contÌnuamente a auto-negação  (Lucas 9:23). Não podemos viver uma vida Cristã que agrade a Cristo, sem sacrifício. O reverendo E.W.Moore disse: “A nossa incapacidade para aguentar o sofrimento é o lado fraco da nossa vida Cristã.” E Andrew Murray disse: “Somos ensinados a esperar  por sofrimento: a cruz é o símbolo da nossa fé, e o Homem do sofrimento é o nosso exemplo”. Carregar com a cruz não é mais popular nos nossos dias, do que quando Jesus foi para o Calvário.

Cuidado com as distorções do evangelho de Jesus Cristo. O mundo e o diabo sempre propagaram uma religião sem a cruz. Mas, para os verdadeiros discípulos de Jesus, a cruz  está no centro da sua fé, e portanto do poder de Deus (1 Coríntios 1:17-18; Colossenses 1:19-20).

Sem fé, é impossível agradar a Deus (Hebreus 11:6). A verdadeira fé é-nos dada por Deus, através da  obra do Espírito Santo, quando ouvimos ou lemos a mensagem do evangelho. Então somos espiritualmente iluminados e habilitados a pôr a nossa confiança na salvação em Deus Pai e Seu Filho Jesus Cristo (Salmo 13:3; Efésios 5:14; João 14:1). Os não-crentes são os que não acreditam no Senhor Jesus Cristo como seu Salvador (2 Coríntios 4:4). Mesmo que “acreditem” em ídolos, a Bíblia não os considera crentes, porque não acreditam no único e verdadeiro Salvador do mundo. O Senhor Jesus prometeu que enviaria o Espírito Santo: “E quando Êle vier, Êle vai convencer o mundo do pecado…porque êles não crêem em Mim” (João 16:8-9).

Bowen disse: “Não compreendeis que o pecado da descrença é um pecado especial? É isto e apenas isto, que fecha as portas do reino do céu contra vós, e a terrível coisa àcêrca dêste pecado é que a sua vida é uma vida de sonolência. Êle não faz barulho no coração e não tem forma visível. Uma palavra zangada da nossa bôca faz éco na profundidade do coração; mas a descrença é simplesmente um estado de alma, e normalmente não se dá a conhecer com qualquer sintoma. É a atmosfera em que as pessoas se movem e, como nunca se moveram noutra, não as choca. Mas descrença é o pecado dos pecados, e enquanto as pessoas não aprenderem a odiá-lo acima de todos os outros pecados, há pouca esperança de serem libertas dêle. O caminho a seguir para fazer guerra a todos os outros pecados, é fazer guerra à descrença, pois a vida de qualquer pecado esconde-se na descrença e, se a gente matar êste pecado, todos os outros morrerão”.

Todos os problemas que jàmais afligiram o mundo têm origem em duas coisas: dar ouvidos às mentiras do diabo e não crer em Deus. Por outro lado, todas as bênçãos  imagináveis provêm exactamente do oposto a estas duas acções: fechar os ouvidos às mentiras do diabo e acreditar  totalmente em Deus. Se subvalorizarmos Deus, estaremos  a sobrevalorizar os nossos inimigos. Não tenteis lidar vós próprios com Satanás. Êssa é a tarefa do Senhor. A única atitude que o Senhor nos diz que adoptemos em relação ao diabo, é resistir-lhe (Tiago 4:7). Satanás tem de fugir quando o Senhor lhe diz que fuja, e não fugirá antes.

A tentação é repelida quando é confrontada pela fé viva, isto é, Cristo no crente. A tentação não pode vencer a fé – ela é sempre conquistada pela fé. No entanto, quando a tentação encontra a dúvida, ela entra e atrapalha  a pessoa.

“A fé dá-se melhor num coração totalmente despido para sempre de toda a falsa rectidão, auto-defesa, auto-ajuda  e esperança em si próprio” (Dr. White). Oswald Chambers disse: “A fé que está certa de si mesma, não é fé! Só é fé a fé que está certa de Deus.” A falta de fé foi a coisa de que Cristo acusou os Seus seguidores (Mateus 17:19-20; Marcos 4:40; Lucas 18:8). Os discípulos pediram ao Senhor que lhes aumentasse a fé (Lucas 17:5). Sem dúvida, a nossa fé tem de ser edificada e fortalecida (Judas verso 20).

Se Deus tem uma grande obra a realizar, Êle  confia-a a uma pessoa com grande fé. Não são o nosso mérito, a nossa habilidade ou talentos, mas sim a nossa fé, que determina o recebermos ou não grandes tarefas do Senhor. A fé permite a Deus fazer tudo. Como co-obreiros com Deus (1 Coríntios 3:8), devemos ter fé em Deus mesmo nas mais difíceis circunstâncias e disciplinar os nossos corpos ao servirmos o Senhor (1 Coríntios 9:27; Romanos 6:13). Stockmayer disse: Na vida espiritual aprendemos a caminhar em pura fé, em íntima comunhão com Deus, nunca regressando por um só momento à vida dos sentidos. A fé firma-se  na nua Palavra de Deus, separada para sempre da vida emocional.”

A direcção dada por Deus

“O Senhor dá sabedoria; da Sua bôca vêm o conhecimento e a compreensão; ao recto, Êle aumenta sã sabedoria…Quando a sabedoria entra no nosso coração  e o conhecimento agrada à nossa alma, a discrição preserva-nos; a compreensão guarda-nos para nos livrar do caminho do mal…Confiai no Senhor com todo o coração, e não no vosso próprio entendimento. Em todas as vossas actividades reconhecei-O, e Êle guiará os vossos passos” (Provérbios 2:6-7; 10:12; 3:5-6; veja-se também o Salmo 23:3).

Helena  Garratt diz: “Quando o caminho se abre à nossa frente, e nós estamos em dúvida quanto à origem do conselho que ouvimos, devemos invariàvelmente esperar, porque Deus nunca está com pressa, e quando a voz que nos aconselha é forte, a correr e persistente, podemos ter a certeza de que Deus não está n’ela. Levai o assunto à presença de Jesus numa oração simples, e deixai-o aí. Se o coração fôr verdadeiro, Êle removerá sem dúvida o conselho se êle fôr de Satanás, mas mantê-lo-á se partir de Si próprio. Não tenhais nunca pressa! Podemos ter de esperar muito tempo por uma resposta, mas não desesperemos por causa disso, e não pensemos que não fomos ouvidos, pois o tempo de Deus pertence-Lhe; não pertence a Satanás; e, em todas as minhas experiências, não há uma única ocasião em que Deus me tenha levado a correr a uma conclusão. A regra de ouro é esta: “As convicções de Deus permanecem, como o conhecimento da salvação, mas impressões de todo o género esfumam-se com oração e com  paciência se fôr Satanás a operar. Êle interfere contìnuamente; Deus raramente.”

É apenas quando deixamos de pensar nas nossas próprias tendências, que podemos reconhecer a verdadeira voz guiadora. “Há apenas uma coisa que importa: e é que a vontade de Deus seja feita (Romanos 12:1-2; Filipensess 2:13). O final será perfeita compensação por todas as dificuldades encontradas no caminho que leva a isso” (Dr. Campbell Morgan). Normalmente o Senhor guia-nos um passo de cada vez. Uma vez que não somos nós que nos levamos a casa, não estamos a marcar o caminho e não necessitamos de conhecer todos os pormenores da futura orientação do Senhor. Devemos apenas manter-nos junto d’Êle e seguir onde quer que Êle nos leve (Salmo 25:12).

Não temamos o caminho à nossa frente; é o caminho que Deus escolher.Quando tivermos de tomar decisões, não devemos agir antes de orar sôbre o assunto e têrmos a paz de Deus nos nossos corações, confirmando que a nossa decisão está certa (Filipenses 4:7).

Resistir ao  inimigo

O poder do Espírito Santo não nos foi dado apenas para termos ousadia para proclamar o evangelho de Jesus Cristo num mundo hostil (Actos 1:8), mas também para resistirmos ao diabo (Efésios 6:10-11) e aparar os ataques de muitos outros adversários (1 Coríntios 16:9). De facto, devemos esperar grande oposição, pois estamos ocupados numa batalha entre o reino de Deus e o reino de  Satanás. E:C. Millard disse: “Se tu e eu não encontrarmos oposição no nosso trabalho, podemos muito bem ajoelhar-nos e dizer Senhor, estou a  passar um período de prosperidade – algo deve estar errado.”Tende cuidado em ter prosperidade sem oposição! Se uma alma estiver cheia do Espírito de Deus, então Satanás vai dizer para  consigo ‘tenho de fazer tudo ao meu alcance para me opor àquele Cristão.’ Peçamos portanto a Deus que nos encha com a coragem do Espírito Santo”.

O Dr.  A.B. Simpson nunca procurou nem esperou ter uma vida fácil. Disse: “Que pensariamos de Jesus, se alguma vez o encontrássemos a procurar o seu próprio prazer e confôrto? “ A única corôa que um fiel servo de Jesus Cristo terá do mundo, ou de uma igreja carnal, será uma corôa de espinhos.

O diabo também ataca a vida de oração dos Cristãos, num esfôrço para os induzir a deixar de orar. A.P. Wilkes disse: “Quantas vezes ao orarmos, sentimos a insistência do inimigo, aquela muralha de oposição, o aborrecimento, o silêncio de Deus, a inabilidade de encontrar acesso, a convicção de  que a oração a nada conduz!. Estas são as oposições do adversário. A determinada apresentação de tudo quanto o sangue vertido pelo Salvador nos garante, levada ao Senhor pela fé, tornar-nos-á possivel obter acesso, voltar a tràs e fazer de nós mais que vitoriosos no conflito.” Nós devemos abraçar o escudo da fé (Efésios 6:16), que é uma confiança firme na vitória do Senhor Jesus no Calvário, e resistir a todos os pensamentos maus de descrença, materialismo, rebelião e desencorajamento que o Maligno tenta impôr-nos. Não devemos dar lugar ao diabo nas nossas vidas (Efésios 4:27). É mais fácil manter o inimigo ao largo, do que expulsá-lo se o deixarmos entrar.

O mundo está cada vez mais perto de uma altura, durante o próximo período de tribulação, em que Satanás será lançado à Terra com grande ira contra os habitantes, por saber que só tem pouco tempo antes do Senhor Jesus regressar para destruir o reino da escuridão (Apocalipse 12:7-12).

Compromisso pessoal

Tenho uma visão clara da intensidade da luta entre o reino de Deus e Satanás. Compreendo também, que a principal área da batalha reside nos corações e mentes dos seres humanos. Satanás tenciona ganhar supremacia enganando a maioria das pessoas e levando-as a rejeitar o plano de Deus para a salvação pela fé no Senhor Jesus Cristo. Êle incita-as a caminhar de acôrdo com os enganadores  desejos da sua natureza caída. Comprometo-me a fortalecer o meu relacionamento com o Senhor Jesus com uma fé firme n’Êle. Eu olho para além da minha fraqueza humana e confio apenas no que Êle pode fazer através de mim. Carregarei dia a dia a minha cruz e seguirei o crucificado e ressuscitado Salvador no caminho em que Êle me guiar. Compreendo a necessidade vital de confiar no Senhor para me guiar, orando e cuidadosamente considerando todo o movimento que tencione fazer na minha vida. Sujeitar-me-ei a Deus, vestirei toda a armadura de Deus e resistirei ao diabo que, sem descanso, ataca os discípulos de Cristo para os desarmar espiritualmente e os encorajar a não continuarem a servir o Senhor. Anseio pela vinda de Cristo e pela grande vitória que Êle vai obter contra os poderes das trevas.

Perguntas

1.      Descreva o papel de Jesus Cristo como nosso Advogado junto do Pai.

2.      Qual é o significado da confissão dos pecados?

3.      Defina um cometimento sincero a Cristo.

4.      Porque é considerada a cruz o símbolo do Cristianismo?

5.      Explique o papel da fé na vida de um Cristão e descreva  também  a descrença.

6.      Como é que Satanás pode desviar-nos do plano de Deus para a nossa vida?

7.      Explicar a maneira como Satanás ataca os Cristãos e como êles lhe podem resistir.